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Foi desenvolvido por iniciativa do Grupo Empresarial Maximiliano Gaidzinski, mais precisamente sob a direção do empresário Edson Gaidzinski (segundo filho do Sr. Maximiliano Gaidzinski), através de sua área de Recursos Humanos, um projeto de criação de um colégio a nível de 2º Grau, que viria suprir a necessidade da região sul do Brasil.
Em março de 1979, começava a funcionar o CMG - Colégio Maximiliano Gaidzinski sob o Decreto nº 7.761, de 04 de junho de 1979, do Poder Executivo e Parecer nº 109/79 do CEE e seu reconhecimento veio a seguir através da Portaria 0118/84 da Secretaria do Estado de Educação.
O Colégio Maximiliano Gaidzinski, é a prova mais contundente de que o olhar de seu fundador esteve sempre focado no futuro. Idealizada por Edson Gaidzinski, a escola nestes anos de atuação, formou centenas de técnicos, oferecendo ensino gratuito e de qualidade para alunos de toda a região sul catarinense que, além de concluírem o Ensino Médio, recebem formação técnica complementar através do Curso Técnico de Cerâmica.
Tecnologia, compromisso e participação são as metas desta escola que prepara cidadãos para uma atuação responsável na sociedade.
O COLÉGIO MAXIMILIANO GAIDZINSKI inspira-se nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
Sua finalidade está centrada no homem, na tecnologia, no compromisso e na participação. É, portanto, fundamentada na preparação de cidadãos responsáveis, que transformem a ciência e a tecnologia em prol da sociedade.
Como toda escola, sua missão maior é formar um cidadão crítico, autônomo e criativo, dentro da sociedade e do setor tecnológico.
Preocupada com estas questões, a escola procura se adequar às propostas pedagógicas dentro de linhas filosóficas norteadas na formação do cidadão preparado para viver os desafios das constantes transformações.
A função da escola é contribuir para a elevação do nível técnico das unidades cerâmicas através da qualificação e especialização de mão-de-obra, como também participar da formação global do adolescente, visando o desenvolvimento humano, segundo uma formação crítica e ética, comprometida com a cidadania e com a transformação social.
Nestes 28 anos de atuação, o Maximiliano Gaidzinski recebeu 1.021 alunos e formou 312 técnicos. Cerca de 80% deles atuam no setor cerâmico, em indústrias de revestimentos cerâmicos, indústrias de transformação de matérias-primas cerâmicas, representações comerciais, instituições de pesquisa, indústrias de cerâmica vermelha e indústrias de produtos refratários. Grande parte destes profissionais assume funções de chefia, gerência, superintendência e coordenadorias de projetos.
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